Há muitos anos, os cientistas vêm declarando graves suspeitas de que alguns dependentes de substâncias químicas, assim o fazem, por serem portadores de um desequilíbrio químico do cérebro. Isto pode explicar a vulnerabilidade aos sintomas da depressão, da ansiedade e da intranquilidade persistente. Já Daniel Goleman nos ensinava em sua obra, que “para tais pessoas, o uso da droga torna-se uma espécie de automedicação, pois a droga corrige o desequilíbrio químico, proporcionando um tipo de alívio”. Observa-se, que, as pessoas usam as drogas, muitas vezes, para aliviar estados emocionais insuportáveis. Um outro cientista der fama, o Dr. James Ellison, de Harvard – preleciona que as diferenças neuroquímicas sutis, podem predispor as pessoas ao abuso de drogas, como o álcool e o fumo.
No alcoolismo, por exemplo, crescem as evidências de um fator genético que gera uma compulsão de constante e crescente poder de sugestão à ingestão do álcool, sendo certo que, pelo menos 50% ou mais dos indivíduos identificados nos atendimentos médicos são originários de famílias com o histórico da doença. Os filhos desses acometidos alcoólicos, quase sempre apresentam altíssimos níveis de compulsoriedade, ansiedade e depressão. O ambiente do lar importa pouco, quando a carga genética dos pais predispõe ao alcoolismo. Os filhos de alcoólatras que são normalmente ansiosos, bebem para aliviar a tensão e tornam-se facilmente viciados quando se defrontam com ambientes onde os drinks, batidas e cervejas sejam abundantes. O ambiente caseiro é um componente de combate à pulsão alcoólica, mas os fatores determinantes do vício ou da ingestão compulsiva, que pode ser de diversos graus, são, com certeza, biogenéticos ou bioquímicos. A partir da criação da dependência na ingestão alcoólica, aos poucos, a química do cérebro vai mudando progressivamente e uma vez atingido certo estágio, torna-se inoperante a força de vontade de parar de beber. O cérebro necessitará então de um reequilíbrio químico para vencer o vício. Note-se que os dependentes químicos em tratamento de reestruturação comportamental oriundos do alcoolismo, não podem sofrer nenhum tipo de distúrbio afetivo, sob pena de comprometer o tratamento, quaisquer que sejam eles. Até aqui, falamos da ciência. mas só conseguiremos um resultado realmente eficaz, se considerarmos prioritariamente e conjugadamente o tratamento químico ou psicoterapêutico com a limpeza da aura e o constante alinhamento dos Chacras devidamente energizados pela energia cósmica disponível a esses competentes coadjuvantes espirituais. como isso se processa? Os pacientes de dependência de todos os tipos de drogas, são portadores de muitos tipos de miasmas, que ensombram suas auras e vão aos poucos, entorpecendo seus corpos sutis, deixando por onde passam, uma esteira de limbo astral, que acabam por ser as suas identidades invisíveis por onde passam. Primeiramente, há que se analisar criteriosamente o seu momento cósmico atual, ou seja, o momento cármico que lhe é afeito atualmente. Um dos métodos mais eficazes é o estudo de sua Carta Natal progredida para o ano em consideração, verificando-se qual a qualidade de energia que afeta ao paciente nesse momento. A partir daí, calculados os tempos astrológicos pertinentes, escolher o tipo de limpeza áurica a ser aplicada e que satisfaça as necessidades dele. O aconselhamento mais indicado, é o descarrego aplicado em Centros Espíritas de comprovada eficiência para tanto, quando o caso merece uma atenção mais detalhada. Normalmente quando estamos em depressão, melancolia, cheios de rancor de alguém, enciumados ou frequentando ambientes de pessoas de baixa vibração, colhemos em geral um buquê de obsessores e trazemos conosco, infestando os ambientes por onde passamos. A partir de um determinado momento, nossos caminhos espirituais e materiais vão-se fechando e as coisas vão ficando cada vez mais complicadas em nosso entorno. Vamos ficando cada vez mais sem caminho. As vistas parecem não mais enxergar a senda. Os pés passam a caminhar sem rumo e o desespero dia a dia ganha mais terreno em nossa consciência. Nossos inimigos de vidas passadas tomam vigor aos poucos e vamos ficando cada vez mais vulneráveis aos seus desígnios. Já agora somos matéria de manobra das forças da treva. Então surge a pergunta. O que fazer?




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